Era de manhã! Eu e a minha família estávamos prestes a ir de férias. Arrumámos as malas e fomos para um lugar... Não sabíamos bem para onde íamos.
Andámos quase três horas de carro e acabámos por ir parar a uma serra muito verde, com umas grandes montanhas e um cheiro maravilhoso, mas não era bem aquilo que procurávamos...
Já tinham passado duas horas desde que tínhamos ido parar àquela serra. De repente, o meu pai disse :
- Vamos parar o carro já estamos nisto há muitas horas.
- Sim! Aproveitamos e, com a comida que temos, fazemos um piquenique! - exclamou a minha mãe.
Fomos para a relva fresca, estendemos a toalha e comemos.
De repente, apareceu-nos à frente um cão e, minutos depois, um senhor.
- Peço desculpa! O meu cão anda sempre a fugir de casa - disse o senhor.
- Não se preocupe! Ele é tão amoroso! - disse a minha mãe.
Acabámos por ir conhecer a serra com o senhor.
Passaram-se horas e, quando demos por nós, já era noite.
- Já escureceu! Vamos continuar a viagem - disse o meu pai.
- Por mim, podem ficar na minha casa! - exclamou o senhor.
Mesmo insistindo, o meu pai quis continuar a viagem.
Já se tinham passado duas horas e só víamos serra e mais serra de repente, a minha irmã disse:
- Pai, é melhor voltarmos para trás!
- Sim, também acho melhor - replicou.
O meu pai fez inversão de marcha e voltámos para trás.
Uns minutos depois, as luzes do carro apagaram-se. O meu pai e a minha mãe saíram do carro para ver o que se passava. As luzes tinham fundido. Fomos o caminho todo sem luz, mas conseguimos encontrar a casa do senhor.
- Venham comer uma sopa - disse.
Comemos a sopa e, de seguida, adormecemos.
No dia seguinte, decidimos passar as nossas férias ali, na serra.
Gabriela Esperança
Por vezes, o caminho guarda segredos e obstáculos para ultrapassarmos… MF
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