terça-feira, 12 de novembro de 2019

Um trilho mágico ...



Era uma vez uma aldeia muito bonita, que se chamava Boláo e um menino chamado Pedro.
    O Pedro estava sempre à procura de coisas novas para fazer. Um dia, foi explorar um trilho. Os pais e as pessoas com mais idade estavam sempre a dizer para ninguém ir para lá, porque, havia muito tempo, uns rapazes tinham ido explorar esse trilho e nunca mais voltaram.
     Ele sabia muito bem dessa história, mas, mesmo assim, queria ver o que estava lá.
     Escolheu uma bonita manhã, recolheu comida, água, abrigo e foi.
     Já estava a andar há três horas e deparou-se com dois caminhos:ou ia para a esquerda ou para a direita. Para a esquerda, estava nublado e muito vento e, para a direita, havia sol, não havia vento. Optou pela direita.
     Passadas umas duas horas, era a primeira vez que via areia e apaixonou-se. Depois, andou mais um pouco e sentiu a brisa do mar. Também conseguia ouvir o som das ondas, o que era estranho para ele.
    Mais à frente, estavam uns surfistas, o que o deixou curioso, e perguntou o que é que eles tinham no braço. -É uma prancha de surf! - responderam.
 -Para que serve? -Para deslizar nas ondas.
    Os surfistas ficaram confusos porque toda a gente que vivia ali sabia o que era uma prancha. No gozo, perguntaram “ Então, vives no Bolau? “ e o rapaz respondeu que sim.
    Os  surfistas, admirados, pois já não viam ninguém de lá desde que haviam fugido, disseram: - Sabes, há muito tempo nós percorremos um trilho porque queríamos procurar um sítio para estarmos sozinhos e, quando demos por isso, já não sabíamos o caminho de volta. Então, andámos mais um bocado e umas pessoas acolheram-nos e decidimos ficar a viver aqui.
Pedro ficou confuso, pois pensava que eles tinham fugido. "Isto aqui deve ser mesmo fixe! Se eles ainda não tentaram encontrar o caminho de volta…" Pediu se podia ficar a viver com eles, que acederam.


                                                           António Constantino, 8.ºC

Um lugar misterioso...

Certo dia, o menino Joãozinho foi à praia com os seus amigos Pedro, Rodrigo e Diogo. 
Lá, eles divertiram-se imenso, jogaram voleibol e futebol. 
Ao almoço comeram uma sandes de atum.
 À tarde, quando se foram embora, andaram de bicicleta.
Passado um tempo, chegaram a uma floresta, passaram por uma estrada de areia onde as bicicletas mal conseguiam passar. Havia várias árvores a cobrir o caminho. 
Algum tempo depois, o Rodrigo caiu da bicicleta e rebolou pela relva, onde encontrou um rio reluzente como um diamante. 
Chamou os amigos e foram ao banho.
Encontraram muitos peixes. 
A certa altura, o Sol começou a pôr-se. O Pedro disse que tinha de ir embora, mas o problema era que já não se lembravam do caminho. Já estavam desesperados. Dormiram na floresta, cheios de fome e muito preocupados. 
Quando acordaram, foram à procura de comida e do caminho e lembravam-se da estrada de pedra. 
Ao encontrarem-na, foram direitos para casa a chorar, mas felizes por estarem com a família. 
No fim,  acabou tudo bem.

Miguel Fernandes, 8.º C

"O Passeio"


   
Era uma vez uma senhora chamada Ana e um senhor chamado Carlos.
Um dia, decidiram ir visitar uma estrada muito conhecida de que todos falavam. Foram de carro até lá, porque ainda ficava um pouco longe, mais ou menos a vinte e três minutos.
Chegaram na altura certa porque era o momento do pôr-do-sol .
Conseguiram vê-lo, mas, no meio do passeio, perderam-se numa floresta.
Ficaram a andar às voltas a tentar encontrar a saída, porém, não estavam a conseguir. Por isso, decidiram separar-se para procurar melhor. 
Passado um bocado, perderam-se um do outro.Começaram logo a tentar encontrar-se e conseguiram.
Depois, procuraram a saída. Passados uns quinze minutos, encontraram-na e saíram da floresta. Já não havia pôr-do-sol . Quiseram aproveitar, de qualquer forma, para conhecer melhor o lugar.
Depois de terem visto tudo, foram-se embora. 
Disseram um ao outro que tinham de voltar porque ambos tinham gostado  do sítio .
Era o lugar mais bonito que já tinham visitado. 




Fabiana Silva, 8.°C 

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Eu, ele e ela
Minha cabeça
Tem espaço tem
Porque não penso em mais ninguém!
Em quem eu pensava
Sumiu!
O sorriso dela nunca mais surgiu
(Refrão x2)
 
Eu sei que destruo tudo que toco
Mesmo assim, só você 
P’ra tirar o meu foco!


Não sou sempre o que mostro
Desculpa! 
Eu por dentro sou um monstro
Bons ou maus os momentos... 
Tenho de ser feliz,
Não pensar em ice
Minha vida é um dice
Depois de tudo queria saber
O que a saudade ‘tá fazendo aqui
Se já ‘txi terei de mim
Na nossa história 
Pus um fim!
Sempre que lembro 
É tão difícil…
Porque nós dois na rua 
Tu brilhavas mais que a lua
Eu hipnotizado de uma beleza 
Só sua!...

Diogo Pereira (letra de uma música)

A estrada de pedra...

Certo dia, o menino Joãozinho foi à praia com os seus amigos Pedro, Rodrigo e Diogo.
Lá, eles divertiram-se imenso, jogaram voleibol e futebol.
Ao almoço, comeram uma sandes de atum.
À tarde, quando se foram embora, andaram de bicicleta.
Passado um tempo, chegaram a uma floresta, passaram por uma estrada de areia onde as bicicletas mal conseguiam passar.
Havia várias árvores a cobrir o caminho.
Algum tempo depois, o Rodrigo caiu da bicicleta e rebolou pela relva, onde encontrou um rio reluzente como um diamante.
Chamou os amigos e foram ao banho .
Encontraram muitos peixes.
A certa altura, o Sol começou a pôr-se. O Pedro disse que tinha de ir embora, mas o problema era que já não se lembravam do caminho. Já estavam desesperados.
Dormiram na floresta, cheios de fome e muito preocupados.
Quando acordaram, foram à procura de comida e do caminho e lembraram-se da estrada de pedra.
Ao encontrarem-na, foram direitos para casa a chorar, mas felizes por estarem com a família.
No fim,  acabou tudo bem.

Rodrigo Fonseca, 8.º C

"Um grande passeio pelo meio da floresta"



Numa tarde de verão, eu e o meu amigo Nuno estávamos a andar de bicicleta tranquilamente no meio da floresta, até que nos deparámos com um belo caminho que tinha um rio, com muita relva verde à volta, muitos pinheiros, eucaliptos, sobreiros...
Depois de eu e o Nuno apreciarmos aquela vista incrível, também reparámos num trilho de terra e, como somos muito aventureiros, decidimos dar uma espreitadela.
Encontrámos uma casa abandonada, muito assustadora com tábuas de madeira pregadas às janelas. A casa em si estava em muito mau estado, velha, a cair aos pedaços.
Nós entrámos e descobrimos uns mendigos.
- O que é que estão aqui a fazer, seus pirralhos? Saiam já daqui, senão...
- Eu e o meu amigo estávamos só de passagem. Vamos já embora, ok?
- Sim! Então, vão-se já embora!
Após passarmos pelos mendigos, continuámos o nosso caminho pelo meio de uma estrada cheia de buracos.
- Olha, Tomás, daqui de longe consigo ver um Mc' Donald´s.
- Também reparei. Queres ir lá comer?
- Sim! Depois desta longa viagem, precisamos de um belo jantar.
- Eu também acho! - replicou o Tomás.

Tomás Guimarães

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

"Férias na Serra"

           
Era de manhã! Eu e a minha família estávamos prestes a ir de férias. Arrumámos as malas e fomos para um lugar...  Não sabíamos bem para onde íamos. 
Andámos quase três horas de carro e acabámos por ir parar a uma serra muito verde, com umas grandes montanhas e um cheiro maravilhoso, mas não era bem aquilo que procurávamos... 
  Já tinham passado duas horas desde que tínhamos ido parar àquela serra. De repente, o meu pai disse :
  - Vamos parar o carro já estamos nisto há muitas horas. 
  - Sim! Aproveitamos e, com a comida que temos, fazemos um piquenique! - exclamou a minha mãe. 
  Fomos para a relva fresca, estendemos a toalha e comemos. 
  De repente, apareceu-nos à frente um cão e, minutos depois, um senhor. 
  - Peço desculpa! O meu cão anda sempre a fugir de casa - disse o senhor. 
  - Não se preocupe! Ele é tão amoroso! - disse a minha mãe. 
  Acabámos por ir conhecer a serra com o senhor. 
  Passaram-se horas e, quando demos por nós, já era noite. 
  - Já escureceu! Vamos continuar a viagem - disse o meu pai. 
  - Por mim, podem ficar na minha casa! - exclamou o senhor. 
Mesmo insistindo, o meu pai quis continuar a viagem.
Já se tinham passado duas horas e só víamos serra e mais serra de repente, a minha irmã disse:
  - Pai, é melhor voltarmos para trás! 
  - Sim, também acho melhor - replicou. 
O meu pai fez inversão de marcha e voltámos para trás.
Uns minutos depois, as luzes do carro apagaram-se. O meu pai e a minha mãe saíram do carro para ver o que se passava. As luzes tinham fundido. Fomos o caminho todo sem luz, mas conseguimos encontrar a casa do senhor. 
  - Venham comer uma sopa - disse.
Comemos a sopa e, de seguida, adormecemos. 
  No dia seguinte, decidimos passar as nossas férias ali, na serra.
 
Gabriela Esperança